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Metadata

@InCollection{Capelato:2003:Es,
               author = "Capelato, Hugo Vicente",
                title = "Estrelas",
            booktitle = "Introdu{\c{c}}{\~a}o {\`a} astronomia e astrof{\'{\i}}sica.",
            publisher = "INPE",
                 year = "2003",
                pages = "5.1 - 5.35, cap. 5",
              address = "S{\~a}o Jos{\'e} dos Campos",
                 note = "{Curso de introdu{\c{c}}{\~a}o {\`a} astronomia e 
                         astrof{\'{\i}}sica realizado em 21-26 de julho de 2003.}",
             keywords = "curso, astronomia, astronomia fundamental.",
             abstract = "INTRODU{\C{C}}{\~A}O: Vamos come{\c{c}}ar o nosso estudo por 
                         uma inspe{\c{c}}{\~a}o mais ou menos superficial na 
                         {"}floresta{"} de estrelas que vemos nos c{\'e}us. A primeira 
                         coisa que notamos {\'e} que elas s{\~a}o fontes de luz muito 
                         mais fracas que o Sol. A segunda coisa {\'e} que suas cores 
                         aparentes s{\~a}o vari{\'a}veis, desde um branco azulado da 
                         maioria, at{\'e} o um amarelo avermelhado, um pouco mais raro. 
                         H{\'a} ainda um terceiro aspecto, embora este j{\'a} n{\~a}o 
                         seja muito {\'o}bvio a olho nu: {\'e} que a maioria das estrelas 
                         agrupam-se em pequenas fam{\'{\i}}lias de dois, tr{\^e}s ou 
                         mais membros. Um bom exemplo disto {\'e} a estrela Alfa do 
                         Centauro, a estrela mais pr{\'o}xima de n{\'o}s, que na verdade 
                         {\'e} um sistema triplo de estrelas. Outro {\'e} o grupo de 7 
                         estrelas que formam as Pl{\^e}iades, discutido mais adiante . Na 
                         verdade quase metade das estrelas fazem parte de sistemas duplos, 
                         de apenas dois membros, chamados estrelas bin{\'a}rias. A maioria 
                         destas estrelas duplas, embora vivam juntas, distam entre si 
                         v{\'a}rias unidades astron{\^o}micas (uma unidade 
                         astron{\^o}mica, UA, {\'e} a dist{\^a}ncias da Terra ao Sol; 
                         veja o Cap. 1), movendo-se uma em torno da outra com 
                         per{\'{\i}}odos de v{\'a}rios anos. Existem no entanto estrelas 
                         bin{\'a}rias cuja separa{\c{c}}{\~a}o {\'e} muito menor e que 
                         se movimentam com per{\'{\i}}odos de apenas algumas horas! Estas 
                         estrelas est{\~a}o t{\~a}o pr{\'o}ximas uma da outra que 
                         s{\~a}o capazes de trocar entre si seu material envolt{\'o}rio. 
                         Muitas vezes esta troca ocorre de maneira um pouco violenta, e 
                         ent{\~a}o podem acontecer explos{\~o}es locais que expulsam a 
                         mat{\'e}ria para longe do sistema. Em outros sistemas 
                         bin{\'a}rios, onde acontece que uma das componentes seja uma 
                         estrela muito compacta e densa, o material da companheira flui 
                         mais calmamente, formando um disco luminoso em torno da estrela 
                         compacta. A dist{\^a}ncia m{\'e}dia que separa estrelas vizinhas 
                         (ignorando os sistemas bin{\'a}rios) {\'e} de cerca de 4 
                         anos-luz. Esta dist{\^a}ncia eq{\"u}ivale a 253.000 unidades 
                         astron{\^o}micas ou a 27 milh{\~o}es de vezes o di{\^a}metro do 
                         Sol: o espa{\c{c}}o entre as estrelas {\'e} imenso, comparado 
                         com o tamanho das estrelas, ou mesmo do Sistema Solar.",
          affiliation = "{Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais}",
           copyholder = "SID/SCD",
             language = "pt",
                  ibi = "6qtX3pFwXQZ3P8SECKy/z9CzF",
                  url = "http://urlib.net/rep/6qtX3pFwXQZ3P8SECKy/z9CzF",
        urlaccessdate = "2020, Sep. 19"
}


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